23/02/2011

Barragem do Tua - 2

Imagens da BNet

4 comentários:

Táxi Pluvioso disse...

E muitas mais barragens precisará Portugal, se o disparate do carro elétrico for para avante.

Sem estar acautelada a produção de energia para o sustentar, se as pessoas, de facto, num futuro, usarem todas carros elétricos, a consequência será simples e não é preciso curso de economia para a deduzir: um aumento exponencial da eletricidade. Quando as contas da luz (nas casas) triplicarem ou quadruplicarem, toda a gente será mais feliz e saudável. O carro é elétrico é mais uma falácia política... boa semana e almoços

A. João Soares disse...

Caro Táxi Pluvioso,

No meio destas congeminações sobre energia, ainda não compreendi o receio de montar uma central nuclear. Se é pelo receio de avaria e contaminação radioactiva, nem é preciso termos cuidado porque esse perigo está nas centrais espanholas próximas de Portugal.
E se o medo dos governantes é tão imperioso, então que proíbam os carros e cortem todas as estradas onde morrem quase MIL portugueses por ano!!! Ou que condenem à pena máxima os causadores de mortes na estradas, por homicídio por negligência.

Um abraço
João
Do Miradouro

Fê-blue bird disse...

Amigo João:
A minha filha está a acabar o mestrado em biologia da conservação, ela fez um trabalho sobre as centrais nucleares e o que os países fazem aos seus resíduos, que me deixou completamente aterrorizada.
As barragens são outro atentado contra o ambiente.
Conclusão: Estamos a cavar todos os dias a nossa própria sepultura.
Beijinhos

A. João Soares disse...

Amiga Fê,

Ambas essas alternativas têm graves inconvenientes. Mas o que fazer? O aparecimento em breve de automóveis eléctricos exigem muita electricidade para recarregar as baterias potentes que os fazem funcionar durante viagens extensas. A vida normal cada vez está mais dependente da electricidade. A energia eólica não dá para o consumo.
Eis um grande problema.
Mas o turismo do Douro fica muito prejudicado se tiram tão belas paisagens, e dizem que o futuro de Portugal depende muito do turismo, como fonte de divisas.

O interesse por este tema foi hoje reavivado pelo artigo de opinião no Jornal de Notícias Barragem com património mundial ao fundo.
Não sou fundamentalista, mas ao tomar esta decisão o Governo deve ponderar todas as alternativas possíveis, com todas as vantagens e todos os inconvenientes. Em casos como este deve ser levada muito a sério a metodologia os políticos devem prestar mais contas aos eleitores».

Beijos
João
Do Miradouro